sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sessão Pinkpoca: paródia de música hironiza lei homofóbica no Tennessee


O  Sessão Pinkpoca de hoje apresenta uma paródia da música "Song The Lazy", do Bruno Mars. O cantor da nova versão, Sean Chapin, fala da lei discriminatória "Não Diga Gay" do estado do Tennessee, nos Estados Unidos. A determinação legal proibiria a discussão de assuntos envolvendo temas LGBT e  famílias homoafetivas nas escolas de ensino fundamental e médio no estado. Para assistir ao vídeo clique aqui.





segunda-feira, 11 de julho de 2011

Luisa Marilac X caricatura LGBT

A travesti Luisa Marilac tornou-se diva do cômico, um ano após lançar  um vídeo no YouTube contando casualidades enquanto nadava em uma piscina na Europa. Os erros de português e o jeito escrachado da Marilac, fez com que Fernando Albuquerque publicasse na revista O Grito! uma crítica quanto às ações de Luisa, opinando que ela  incentivou a caricatura das travestis e reafirmou o preconceito contra o movimento LGBT.
"Se ela embalsama seu discurso no sonho de ser “aceita”, comete aí o seu primeiro pecado capital. Luisa consegue aceitação quando empunha (talvez de forma inconsciente) a bandeira de que é bagunça mesmo, que fala como uma louca, que diz o que vier na cabeça, que diz palavrão mesmo, que recato não combina com sua posição de travestistransexuaisetransgênero. Ela reforça o preconceito e por isso faz tanto sucesso.

Na boate Metrópole, o que se viu em seu “show” foi exatamente o descrito acima. Com o agravante que o lugar, gls por vocação (ainda bem!), estava repleto de congêneres de Luisa. E todos evocavam a “diva” da concordância errada a se jogar na piscina e proferir seu erro fatal: “bons drink”. Bom para ela, que ganha fama em cima do próprio desespero, ruim para toda a plateia de gays que vê a cruzada pela aceitação da opção sexual livre, da união homoafetiva comparada com a própria trasheira que é Marilac".

Você concorda com o Fernando Albuquerque? Deixe aqui a sua opinião.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

DIREITO IGUAL É TER O DIREITO DER SER DIFERENTE!!! -> por Thais Maranho

 
Com tantas declarações ofensivas contra o público LGBT na mídia (vide atual palestra de sabedoria da deputada Myrian Rios - foto ao lado) é louvável quando encontramos quem retruque toda essa hipocrisia.  Por isso divulgaremos a seguir um trecho do desabafo da Thais Maranho, em relação ao comentário da deputada:


"3) Como uma pessoa pode achar que é ter o mesmo direito: a pessoa escolher sua opção sexual (vejam o vídeo) e ela não querer que uma lésbica, ou gay, ou travesti (vide vídeo) trabalhe na casa dela? ONDE que essa comparação é igualitária? ONDE que é o mesmo direito de ir e vir? Era só o que me faltava eu ter nojo de trabalhar com hetero, que contaminarão a minha família, néam? As comparações são infelizes e sem fundamento NENHUM.
4) Como uma pessoa que acha que homossexualidade e pedofilia são a mesma coisa é deputada? Como uma DEPUTADA pode igualar um homossexual com um travesti e achar que ambos são OPÇÕES sexuais? Ela não lê? Ai, não precisa, né? Ignorância pura. #tiriricafeelings 

5) Como ela pode achar que ela tem o direito de não querer que eu chegue perto dos filhos dela e chamar isso de “não preconceito”? Onde está o argumento fundamentado? Onde que a ciência prova que somos contagiosos e causamos sérios danos à saúde mental e física de alguém? Cuidado com a calúnia, Dona Myrian".


Texto na íntegra? Clique aqui.

Marcha das Vadias em Curitiba! Venha defender o fim do preconceito

A Marcha da Vadias (originária do termo ‘slut walk’) vem cobrindo as ruas do mundo inteiro. Um grupo de artistas, comunicadoras e estudiosas de Curitiba se uniu - a fim de desmistificar o gênero ‘vadia’ e reivindicar sobre a questão do estupro, violência e desrespeito ao sagrado feminino - para trazer a realização canadense à cidade da cultura. 

 
Sobre os ideais da caminhada pode-se citar "o fim do preconceito contra os grupos LGBT, pelo respeito às diferentes formas de orientação sexual", segundo informações disponibilizadas no blog oficial. Abaixo mais algumas propostas da caminhada:


"*Luta contra a violência sexual, a submissão, a exploração do corpo da mulher como também o conservadorismo que nos diz que, se não quisermos ser estupradas, não devemos provocar.
* A assistência às prostitutas, maiores vítimas de violência e agressão sexual, pelo reconhecimento profissional e por uma condição mais digna, sem exploração.
* O apoio às mulheres agredidas, que tenham a segurança do Estado para defendê-las de seus agressores".




Sem restrição de público, quem quiser participar não precisa de convite, basta comparecer, dia 16 de julho, no Passeio Público, às 11h.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Agressores gravam ataques contra travestis e postam no youtube

O vídeo , com duração de dois minutos, foi feito de dentro de um automóvel com 3 ou 4 jovens que procuravam suas vítimas na Avenida Brasil, em Maringá, para arremessarem bexigas de água contra elas no domingo, dia 3. As imagens foram postadas no Youtube por Bruno84943, com o título "Traveco Molhado em Maringá". No linnk divulgado pelo Maringay o vídeo apresentou mais de 230 visualizações.

As vítimas não foram identificadas nas imagens. Até a tarde de ontem, nenhum boletim de ocorrência sobre o caso havia sido registrado na 9ª Subdivisão Policial (SDP).

O delegado Laércio Cardoso Fahur diz que toda violência – desde o insulto até a agressão física – deve ser denunciada. No caso da agressão contra os homossexuais na Avenida Brasil, os jovens infringiram o artigo 140 do Código Penal, que prevê pena de reclusão de 3 meses a 1 ano. Há casos em que a pena pode ser alternada para prestação de serviços à comunidade.